O Compasso

A régua de 24 polegadas, o prumo, o nível, o esquadro e o compasso são os instrumentos simbólicos que o maçom deve aprender a manejar com maestria.

Filosoficamente, o homem constrói à si mesmo e, para que resulte em um templo apropriado para glorificar o Grande Arquiteto do Universo, torna-se saber usar cada um dos principais instrumentos da construção.

Dos alicerces ao teto, todos eles são indispensáveis e, quando surgir em nosso caminho algo de incontornável, lancemos mãos da alavanca. Removido o obstáculo, teremos uma edificação gloriosa que nos honrará.

O compasso mede os mínimos valores até completar a circunferência e o círculo. Sejamos o centro desse círculo, onde fixamos uma das hastes desse compasso e, girando sobre nós mesmos, executaremos com facilidade o projeto perfeito.

O entrelaçamento do compasso com o esquadro será o distintivo permanente da Maçonaria. Nossa vida é uma prancheta onde grafamos os projetos que, estudados e calculados os seus valores, resultarão no caminho completo para a construção de nosso ideal.

Trechos do Livro Breviário Maçônico, do autor Rizzardo da Camino